sábado, 28 de julho de 2012

Sylvia Telles (biografia)


Sylvia Telles (Rio de Janeiro27 de agosto de 1934 — Maricá17 de dezembro de 1966), também conhecida como Sylvinha Telles, foi umacantora brasileira e uma das intérpretes dos primórdios da bossa nova.
A maioria de seus discos está fora de catálogo, o que dificulta o seu conhecimento pelas gerações recentes. Porém, ocasionalmente é lançada uma compilação com algumas de suas inúmeras gravações.
Segundo matéria publicada em O Globo e assinada por João Máximo: "Sylvinha foi uma das melhores intérpretes da moderna música brasileira, entendendo-se como tal a que vai de Ponto final - com Dick Farney e Amargura, com Lúcio Alves, até as canções que Tom e Vinicius fizeram depois de Orfeu da Conceição".

Sylvia era filha de Maria Amélia D'Atri, natural da França, e do carioca Paulo Telles, um amante da música clássica. Seu irmão mais velho, Mário Telles, também foi músico.
Ela estudou no Colégio Sagrado Coração de Maria e sonhava em se tornar bailarina, mas, ao realizar um curso de teatro, descobriu que seu talento era realmente cantar.
Carreira
Em 1954Billy Blanco, amigo da família, notou o dom de Sylvinha e apresentou-a a amigos músicos. Nas reuniões que eles faziam, pôde conhecer os grandes nomes do rádio da época, tais como Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto, que a ajudou a encontrar trabalho em boates para o início de sua carreira profissional. Nessa época, conheceu seu primeiro namorado, o cantor e violonista João Gilberto, amigo de Mário; o relacionamento acabou porque a família Telles não gostava do jovem, que vivia de favor na casa dos outros.
No ano seguinte, Garoto escreveu-lhe um musical, chamado Gente de bem e champanhota, executado no Teatro Follies de Copacabana. Na ocasião, o músico e advogado José Cândido de Mello Mattos, o Candinho, acompanhou Sylvinha na canção Amendoim torradinho, por Henrique Beltrão. Eles se apaixonaram à primeira vista. Pouco tempo depois, morreu Garoto, sem poder ver o lançamento do primeiro disco de Telles.
Sylvinha e Candinho casaram-se e tiveram uma filha, Cláudia Telles. Em 1956, ela e seu marido apresentaram pela TV Rio o programa Música e romance, recebendo como convidados Tom JobimDolores DuranJohnny Alf e Billy Blanco. Contudo, o casal logo se separou.
Em 1958, o local de encontro dos músicos passou a ser o apartamento de Nara Leão, então com quinze anos de idade. Ronaldo Bôscoli, que frequentava as reuniões, atuava como produtor musical do grupo. Sylvia Telles, que já era um nome conhecido, foi então chamada para participar de um espetáculo no Grupo Universitário Hebraico, juntamente com Carlos LyraRoberto Menescal, entre outros. Foi neste show, "Carlos Lyra, Sylvia Telles e os seus Bossa nova", que a expressão "bossa nova" foi divulgada pela primeira vez.
Sylvinha Telles chegou a fazer turnês em outros países, como Estados UnidosSuíça, França e Alemanha.
Em 1963, já divorciada de Candinho, Sylvia casou-se com o produtor musical Aloysio de Oliveira, separando-se no ano seguinte por causa de ciúme. Aloysio casou-se com Cyva, do Quarteto em Cy, posteriormente.
Aos trinta e dois anos de idade, Sylvia Telles morreu em um acidente de automóvel na rodovia Amaral Peixoto, no município de Maricá, em companhia de seu namorado Horacinho de Carvalho, filho da socialite Lily de Carvalho Marinho. Eles se dirigiam à fazenda de Horacinho no município, mas Horacinho dormiu ao volante, algo que acontecera à própria Sylvia dois anos antes, enquanto voltava de um show.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Evinha (biografia)







Eva Correia José Maria, mais conhecida como Evinha (Rio de Janeiro17 de setembro de 1951) é uma cantora brasileira . Irmã de Ronaldo, Roberto e Renato, integrantes do grupo Golden Boys, e de Mario, Regina e Marizinha, integrantes do Trio Esperança.
De 1961 até 1967 era integrante do Trio Esperança . Em 1968, deixou o grupo e gravou Cantiga por Luciana, que seria campeã do 4º Festival Internacional da Canção .
Iniciou sua carreira artística em 1961, como integrante do Trio Esperança, ao lado dos irmãos Mário e Regina. Gravou, com o grupo, os LPs "Nós somos o sucesso" (1963), "Três vezes sucesso!" (1964), "A festa do Bolinha" (1966), "A festa do Trio Esperança" (1967) e "O fabuloso Trio Esperança" (1968).
Em 1968, desligou-se do grupo para começar sua carreira solo.
Em 1969, participou do IV Festival Internacional da Canção, classificando "Cantiga por Luciana" (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós) em 1º lugar nas fases nacional e internacional do evento. Nesse mesmo ano, gravou seu primeiro disco solo, "Eva 2001".
Na década de 1970, lançou os LPs "Eva" (1970), "Evinha" (1973) e "Eva" (1974). Destacou-se com as gravações de "Teletema" (Antônio Adolfo e Tibério Gaspar), "Que bandeira" (Marcos e Paulo Sérgio Valle), "Como vai você" (Antônio Marcos) e "As canções que você fez pra mim" (Roberto e Erasmo Carlos), entre outros sucessos.
Atuou em gravações de diversos artistas.
Em 1977, participou de um disco de Paul Mauriat, cantando músicas brasileiras. Em seguida, seguiu em turnê pelo Japão e pela China, como crooner da orquestra do maestro. Casou-se comGerard Gambus, pianista da orquestra, fixando residência em Paris (França).
Na década de 1990, voltou a se apresentar no exterior com as irmãs Marisa e Regina, em nova formação do Trio Esperança, com o qual gravou os discos "A capela do Brasil", "Segundo" e "Nosso mundo".
Em 1999, lançou o CD "Reencontro", regravando antigos sucessos como "Cantiga por Luciana" (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), "Teletema" (Antônio Adolfo e Tibério Gaspar) e "Casaco marrom" (Danilo Caymmi, Gutemberg Guarabyra e Renato Corrêa), entre outros. Ainda nesse ano, esteve no Brasil, apresentando-se no Teatro Rival (RJ), depois de 20 anos de ausência dos palcos brasileiros.
Em 2005, apresentou-se no Bar do Tom (RJ), ao lado dos Golden Boys, com o show "A festa da Jovem Guarda continua".

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Olivia Byington (biografia)


Em 1964, iniciou seus estudos de piano. Estudou violão, em 1966, e violino, em 1970. Em 1975, ingressou na Pró-Arte (RJ). No ano seguinte, participou de gravações para campanhas publicitárias.









niciou sua carreira artística em 1977, formando, com Jaques Morelenbaum, seu primeiro conjunto musical, o Antena Coletiva.

No ano seguinte, gravou seu primeiro disco, "Corra o risco", com a participação do grupo A Barca do Sol e produção musical de Geraldo Carneiro.

Em 1979, apresentou-se no Teatro Ipanema, tendo sido considerada, por Sérgio Cabral, a melhor cantora dos anos 1970. Gravou, nesse ano, dois clipes para o "Fantástico" (Rede Globo). Ainda em 1979, chegou ao primeiro lugar nas paradas de sucesso com "Lady Jane", de Nando Carneiro e Geraldo Carneiro.

Em 1980, gravou "Anjo vadio", LP lançado pela Som Livre.

No ano seguinte, convidada por Chico Buarque, viajou para Cuba, onde gravou, a convite de Silvio Rodriguez, seu terceiro disco, "Identidad".

Em 1982, apresentou-se com Tom Jobim e Radamés Gnattali na entrega do Prêmio Shell.

Um ano depois, apresentou-se em show, ao lado de Edu Lobo, e participou, ao lado de Djavan, Chico Buarque e Tom Jobim, da trilha sonora de "Para viver um grande amor", filme de Miguel de Faria Jr.

Em 1984, fez shows com Turíbio Santos e participou do especial de Tom Jobim para a TV Bandeirantes. Nesse mesmo ano, gravou um especial para a TVE e lançou "Música", seu disco mais polêmico, por conter rocks de Cazuza, Lenine e Djavan. Ainda em 1984, gravou, com Paulo Moura, Clara Sverner e Turíbio Santos, o disco "Encontro", pelo qual recebeu o Troféu Chiquinha Gonzaga.

Em 1986, lançou o disco "Melodia sentimental", com arranjos de Edgar Duvivier, e gravou o Hino Nacional para o filme "Pátria amada", de Tizuka Yamazaki.

Dois anos depois, estreou no Rio Jazz Club, atuando em duo com João Carlos Assis Brasil.

Em 1989, gravou obras de Villa-Lobos e marchinhas de carnaval para um programa dirigido por Roberto Talma para a TV Espanhola. Ainda nesse ano, gravou, com João Carlos Assis Brasil, um LP lançado pela Sony Music e completou 200 apresentações em duo com o pianista. Participou, também em 1989, do "Flowers Concert", realizado no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, interpretando a Bachiana Brasileira nº 5, de Villa-Lobos.

Em 1990, gravou participação no "Mulher 90", especial de fim de ano da Rede Globo.

No ano seguinte, estreou novo show com Edgar Duvivier no Jazzmania (RJ).

Em 1992, atuou no projeto franco-brasileiro "Cargo 92", cantou para o Dalai Lama, no Aterro do Flamengo, apresentou-se, ao lado de Tom Jobim, em show realizado no Canecão (RJ) para o presidente de Portugal Mário Soares e atuou no "Heineken Concert".

Em 1993, participou do especial "Lucíola" (Rede Globo), ao lado de Arthur Moreira Lima, apresentou-se em shows com Wagner Tiso e gravou, em CD single, a versão de Chico Buarque para "Caruso", de Lucio Dalla.

No ano seguinte, gravou "Soneto da separação" no songbook de Vinicius de Moraes, produzido por Almir Chediak, e apresentou-se em Évora, Lisboa e Monsarraz.

Em 1995, voltou a Portugal e à Itália em turnê.

No ano seguinte, apresentou-se com a Orquestra do Estado do Paraná, nas Cataratas do Iguaçu, na Abertura dos Jogos Mundiais da Natureza. Cantou o Hino Nacional em evento realizado no Palácio da Alvorada e na Praça dos Três Poderes, em Brasília, e gravou "Canta mais", no songbook de Tom Jobim, produzido por Almir Chediak. Ainda em 1996, produziu e participou do espetáculo "Natal Cultural", ao lado de Edgar Duvivier e Ana Botafogo. Foi nomeada, pelo Ministro Weffort, membro do grupo de trabalho de música para o Ministério da Cultura e gravou o disco "A dama do Encantado", um tributo a Aracy de Almeida.

Em 1997, estreou, no Teatro Carlos Gomes, o show "A dama do Encantado", dirigido por Moacyr Góes. Apresentou-se, com Marília Pêra e Wagner Tiso, no espetáculo "O presépio de Vieira", também dirigido por Moacyr Góes, e gravou participação especial em "Mulher" (Rede Globo), tendo sua gravação de "Não quero mais" incluída na trilha sonora do seriado. O disco "A dama do Encantado" foi apontado como o melhor trabalho musical de 1997, pelo jornal "O Dia" e constou da lista dos 10 melhores discos de "O Globo" e "Jornal do Brasil".

Em 1998, gravou especial do show "A dama do Encantado", com direção de Roberto Talma. Recebeu o Prêmio Sharp de Música (Melhor Arranjo) e o Troféu da Academia Estudantina, em homenagem especial pelo disco e show "A dama do Encantado", com o qual viajou para Lisboa, representando o Brasil na EXPO-98, e realizou turnê pelo Nordeste do Brasil. Ainda nesse ano, cantou o Hino da Independência em evento comemorativo da data de 7 de setembro, realizado nos jardins do Palácio da Alvorada, em Brasília.

Em 1999, estreou, no Centro Cultural Banco do Brasil, o espetáculo "Carmen Miranda". Organizou eventos musicais no projeto Vitrine MPB, realizando 120 shows em shoppings centers de São Paulo e Brasília, fazendo uma retrospectiva de toda a história musical brasileira do século XX, com alguns dos mais expressivos nomes da MPB.

Em 2000, continuou atuando no projeto Vitrine MPB II. Ainda nesse ano, apresentou o show "Carmen Miranda", no projeto "Cinema Tocado", realizado na Praia de Copacabana, com o apoio do jornal "O Globo" e da Embratur.

Em 2003, lançou o CD "Canção do amor demais", contendo o repertório do histórico LP homônimo gravado por Elizeth Cardoso, em 1958, com parcerias de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. O disco contou com a participação de Leandro Braga (arranjos) e Hamilton de Holanda (bandolim), além de João Lyra, Marcelo Gonçalves e Marco Pereira (violões). Nesse mesmo ano, realizou show de lançamento do disco no Mistura Fina (RJ).

Em 2004, apresentou, em Lisboa, Porto e Coimbra, o espetáculo "A Fala da Paixão". No repertório, parcerias de Egberto Gismonti e Geraldo Carneiro.

Lançou, em 2007, o CD autoral “Olivia Byington”, contendo parcerias com o poeta português Tiago Torres da Silva. O disco contou com a participação de Seu Jorge e Maria Bethânia, e dos músicos Leandro Braga, Marco Pereira e Beto Cazes. Nesse mesmo ano, apresentou, no Espaço Rogério Cardoso (RJ), o show “Cada um cada um”, registrando o lançamento do CD “Olivia Byington”.

Em 2008, apresentou-se no projeto "Sarau da Pedra", realizado pela Repsol no Instituto Cultural Cravo Albin, com produção de Heloisa Tapajós e Andrea Noronha.

Em duo com Olívia Hime, participou, com a faixa “Bárbara” (Chico Buarque e Ruy Guerra), da coletânea “Duetos II”, lançada pela Biscoito Fino em 2007.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Luciana Mello (biografia)


   Luciana Mello começou a cantar aos seis e gravou ao lado do pai, Jair Rodrigues, a canção “O Filho do Seu Menino”, composta pelo gaitista e produtor Hildo Hora.
Em 1989 fez um dueto, novamente com o pai, cantando no disco um pout-pourri de “Dois Na Bossa”, gravada por Jair e Elis Reginana década de 1960. No mesmo ano, montou uma banda com o irmão, Jair Oliveira, a qual também participava Cíntia Raquel e Vânia Estela, intitulada “Jairzinho e a Patrulha do Barulho”.
Em 1995, aos 16 anos, gravou seu primeiro disco solo, “Luciana Rodrigues”, produzido por Iranfe Maciel e com participação deEmílio Santiago.
Em 1998 Luciana iniciou sua trajetória na noite de São Paulo com o projeto “Artistas Reunidos” ao lado de Jair Oliveira, Daniel CarlomagnoWilson Simoninha e Pedro Camargo Mariano. Este projeto rendeu um CD registrado ao vivo pela Trama no ano seguinte.
Em 2000 Luciana gravou seu segundo trabalho, o álbum “Assim Que Se Faz”, com a produção assinada por seu irmão, e com os sucessos “Assim Que Se Faz” e “Simples Desejo”.
Em 2002 assinou contrato com a Universal Music e lançou o CD "Olha Pra Mim", também produzido pelo irmão. Este disco traz, pela primeira vez, canções compostas por Luciana, sendo uma em parceria com Jair. Além disso, também conta com duas participações especiais: Ed Motta e Pedro Mariano.
Em 2004 mostra o trabalho "L.M.", um CD com grandes canções que passeiam pelo sambabaladas e músicas dançantes. Entre elas, a regravação de “Molambo” e músicas conhecidas do grande público, que são os temas homônimos do filme "Sexo, Amor e Traição" e da novela "Da Cor do Pecado".
Em 2007 Luciana Mello lança seu quinto disco solo intitulado "Nêga", gravado de forma independente pelo selo "S de Samba", e mais uma vez com a produção de Jair Oliveira. O recém lançado álbum, além das músicas inéditas, possui regravações de “Galha do Cajueiro", de Tião Motorista; “Lágrimas de Diamantes", de Paulinho Moska e “O Samba me Cantou”, de Jair Oliveira. Além disso, têm participações especiais de Gabriel, o Pensador, e Thalles, backing vocal da banda Jota Quest.
Em janeiro de 2010 Luciana Mello uniu-se a Jair Oliveira e juntos lançam o DVD/CD do projeto 'O Samba Me Cantou', gravado em fevereiro de 2009, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

sábado, 14 de julho de 2012

Jair Rodrigues (biografia)



Jair Rodrigues de Oliveira (Igarapava6 de fevereiro de 1939) é um cantor brasileiro, pai de Luciana Mello e Jair Oliveira, que seguiram a carreira musical. Foi criado em Nova Europa, cidade do interior de São Paulo, onde morou até 1954; depois mudou-se com a família para São Carlos, onde pode começar sua carreira musical, pois a cidade possuía a melhor vida noturna de toda a região.
Sua carreira musical começou quando foi crooner no meio dos anos 50 no interior de São Paulo, na cidade de São Carlos, lá chegando em 1954 e participando da noite são-carlense que era intensa na época, também com participações na Rádio São Carloscomo calouro e com apresentações, vivendo intensamente em São Carlos, até o fim da década.




Em 1958 Jair Rodrigues prestou o serviço militar no Tiro de Guerra de São Carlos, como Soldado Atirador nº 134, que na época era denominado TG 02-043.
No início da década de 60 foi tentar o sucesso na capital do Estado, e obteve-o participando de programas de calouros na televisão.
Em 1965Elis Regina e Jair Rodrigues fizeram muito sucesso com sua parceria no programa O Fino da Bossa, programa da TV Record.
Em 1966, Jair participou do festival daquele ano com a música Disparada, de Geraldo Vandré e Théo de Barros, desta vez em conjunto com o Quarteto Novo. Conhecido por cantar sambas, Jair surpreendeu o público com uma linda interpretação da canção.Disparada e Banda, de Chico Buarque e interpretada por Nara Leão, eram favoritas. O festival acabou empatado. A partir daquele momento, sua carreira decolou e seu talento assegurou décadas de sucesso ao cantor. Jair lançou um álbum por ano e interpretou sucessos como O Menino da PorteiraBoi da Cara Preta e Majestade o Sabiá. Realizou turnês pela EuropaEstados Unidos eJapão. Em 1971, gravou o samba-enredo Festa para um Rei Negro, da Acadêmicos do Salgueiro, do Rio de Janeiro.
Nas décadas seguintes, sua produção diminuiu de volume; entretanto, Jair Rodrigues continua conhecido por sua grande energia e sua alegria contagiante. Em 1996 se meteu em Curitiba e é pai perdido de Heidan Rodrigues.
É consideado pela crítica músical brasileira e internacional o Rei da Música Negra, já sendo conhecido internacionalmente, é um dos músicos brasileiros mais conhecidos do mundo.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Mira Ira-Lula Barbosa,Mira Miráh,Tarancon e Placa Luminosa (letra e vídeo)


Mira num olhar
Um riacho, cacho de nuvem
No azul do céu a rolar...
Mira Ira, raça tupi,
Matas, florestas, Brasil.
Mira vento, sopra continente,
Nossa América servil,
Mira vento, sopra continente,
Nossa América servil...
Mira num olhar,
Um riacho, cacho de nuvem
No azul do céu a rolar...
Mira ouro, azul ao mar,
Fonte, forte de esperança,
Mira sol, canção, tempestade, ilusão,
Mira sol, canção, tempestade,
Ilusão...
Mira num olhar
Verso frágil tecido em fuzil,
Mescla morena,
Canela, cachaça, bela raça, Brasil.
Anana ira,
Mira ira anana tupi
Anana ira, anana ira
Mira Ira