quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Djavan-Ferrugem (A rota do individuo) (letra e vídeo)



Mera luz
que invade a tarde cinzenta
e algumas folhas deitam
sobre a estrada
O frio é o agasalho
que esquenta
O coração gelado
quando venta
movendo a água
abandonada
Restos de sonhos
sobre um novo dia
amores nos vagões
vagões nos trilhos
Parece que quem parte
é a ferrovia
Que mesmo não te vendo te vigia
Como mãe
Como mãe
que dorme olhando os filhos
com os olhos na estrada
E no mistério
solitário da penugem
vê-se a vida correndo parada
como se não existisse chegada
Na tarde
distante
Ferrugem
ou nada
E no mistério
solitário da penugem
vê-se a vida correndo parada
como se não existisse chegada
Na tarde
distante
Ferrugem
ou nada