sexta-feira, 2 de março de 2018

Liniker (BIOGRAFIA)

Liniker de Barros Ferreira Campos ou simplesmente Liniker (Araraquara, 3 de julho de 1995) é vocalista da banda Liniker e os Caramelows.
Também compõe e canta músicas de gênero soul e black music.
Natural de uma família de músicos, Liniker tem, pelo nome de batismo, uma homenagem ao futebolista inglês Gary Lineker, artilheiro da Copa do Mundo de 1986 e cresceu ouvindo samba, samba-rock e soul.
Embora tenha mostrado talento vocal desde cedo, possuía certa timidez justamente por viver entre profissionais, e só começou a se arriscar a cantar depois de iniciar a carreira teatral, na adolescência.
Em 2015, formou a banda Liniker e os Caramelows, com quem lançou o EP Cru em 30 de julho daquele ano, por meio do primeiro single, "Zero".
Os vídeos com a interpretação das canções do projeto ganharam milhões de visualizações rapidamente.
Em 16 de setembro de 2016, a banda lança seu álbum de estreia, intitulado Remonta, gravado com ajuda dos fãs por meio do financiamento coletivo no Catarse.
 O disco reverberou internacionalmente e ganhou atenção da imprensa estrangeira.
Em 2014, ingressou na Escola Livre de Teatro, em Santo André, e começou a investir em uma identidade visual andrógina.
Como artista, seu visual passou a misturar turbante, saia, batom e bigode em suas performances musicais que incorporam elementos cênicos à sua voz "ora rouca e grave, ora limpa e aguda, que formata uma black music brasileira, mas recheada de elementos pop", segundo a magazine mineira "O Tempo".
 Já a Rolling Stone Brasil destaca que seu visual desconstrói de forma enfática os códigos imputados ao sexo masculino, sendo que, como intérprete e pessoa, não se define como homem, nem como mulher, sendo um exemplo de pessoa não-binária; enquanto seu "vozeirão à Tim Maia imprime autenticidade e poder" às canções que interpreta.
 Na publicação da revista, recebeu um questionamento acerca do pronome de tratamento pelo qual prefere que lhe refiram.
Liniker respondeu que prefere o pronome feminino:
"Acho mais amplo. Dizer ‘ele’ me deixa muito na caixinha do masculino"