sábado, 16 de fevereiro de 2019

Marco Antonio Bernardino - Coisas do Brasil (vídeo e letra)


Foi tão bom te conhecer, tão fácil te querer
Triste não te ver por tanto tempo
É bom te encontrar, quem sabe feliz
Com a mesma alegria
De no ... vo
Mais uma vez, amor
Te abraçar, de verdade
Há sempre um novo amor
E uma no ... va saudade
Coisas do Brasil, coisas do amor
Luzes da cidade acendendo o fogo das paixões
Num bar à beira-mar
No verde-azul do Rio
De Janei ... ro
Mais uma vez, amor
Te abraçar, de verdade
Há sempre um novo amor
E uma no ... va saudade
Coisas do Brasil, coisas do amor
Luzes da cidade acendendo
O fogo das paixões
Num bar à beira-mar
No verde-azul do Rio
De Janei ... ro
Coisas do Brasil, coisas do amor
Luzes da cidade acendendo o fogo das paixões
Num bar à beira-mar
No verde-azul do Rio

sábado, 26 de janeiro de 2019

Renata Gebara - Fossasamba 70 (vídeo e letra)

Dim, dom,dom, dim,dom, dim, dim dom, dom
Dim, dom,dom, dim, dom, dim, dim
Já não gosto de cinema, praia, festa e futebol
Minha casa é tão pequena, cheira talco e pinho sol
Já não lembro que poema de Drumond ou de Cabral
Ah! Recordando .... Bebo a morte no jornal
Cometa passou margarida não viu
Galo cocorocó carolina sorriu
Já não gosto de sambinha, pop music, Elton John
Quero a minha menininha lambuzada de baton
Em 50 era tão bom, tanto rock na vitrola
Quero um terno de bom tom, hot dog e coca-cola
Tô de olho no Caetano, Piti, Gal, Bethania e Gil
Reveilon no fim do ano, verdes mares céu de anil
To ficando tão sutil, to ficando cuidadoso
Ai que transito febril, ai que tempo perigoso
Já não gosto de birita, já não fico mais afim
Já não quero ouvir a rita.
Dim,dom,dom,dim, dom, dim, dim, dom, dom.....
Já não quero tomar banho, na piscina do jardim
Quero entrar no mundo estranho do noturno de Jasmim

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Beto Guedes - Feira moderna (vídeo e letra)


Tua cor é o que eles olham, velha chaga
Teu sorriso é o que eles temem, medo, medo
Feira moderna, o convite sensual
Oh! telefonista, a palavra já morreu
Meu coração é novo
Meu coração é novo
E eu nem li o jornal
Nessa caverna, o convite é sempre igual
Oh! telefonista, se a distância já morreu
Indepedência ou morte
Descansa em berço forte
A paz na terra, amém.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Mirella Costa - Sinhá (vídeo e letra)

Se a dona se banhou
Eu não estava lá
Por Deus Nosso Senhor
Eu não olhei Sinhá
Estava lá na roça
Sou de olhar ninguém
Não tenho mais cobiça
Nem enxergo bem
Para que me pôr no tronco
Para que me aleijar
Eu juro a vosmecê
Que nunca vi Sinhá
Por que me faz tão mal
Com olhos tão azuis
Me benzo com o sinal
Da santa cruz
Eu só cheguei no açude
Atrás da sabiá
Olhava o arvoredo
Eu não olhei Sinhá
Se a dona se despiu
Eu já andava além
Estava na moenda
Estava para Xerém
Por que talhar meu corpo
Eu não olhei Sinhá
Para que que vosmincê
Meus olhos vai furar
Eu choro em iorubá
Mas oro por Jesus
Para que que vassuncê
Me tira a luz
E assim vai se encerrar
O conto de um cantor
Com voz do pelourinho
E ares de senhor
Cantor atormentado
Herdeiro sarará
Do nome e do renome
De um feroz senhor de engenho
E das mandingas de um escravo
Que no engenho enfeitiçou Sinhá

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Ana Paschoal - O ciúme (vídeo e letra)


Dorme o sol à flor do Chico, meio-dia
Tudo esbarra embriagado de seu lume
Dorme ponte, Pernambuco, Rio, Bahia
Só vigia um ponto negro: o meu ciúme
O ciúme lançou sua flecha preta
E se viu ferido justo na garganta
Quem nem alegre, nem triste, nem poeta
Entre Petrolina e Juazeiro canta
Velho Chico vens de Minas
De onde o oculto do mistério se escondeu
Sei que o levas todo em ti, não me ensinas
E eu sou só eu, só eu só, eu
Juazeiro, nem te lembras dessa tarde
Petrolina, nem chegaste a perceber
Mas na voz que canta tudo ainda arde
Tudo é perda, tudo quer buscar, cadê
Tanta gente canta, tanta gente cala
Tantas almas esticadas no curtume
Sobre toda estrada, sobre toda sala
Paira, monstruosa, a sombra do ciúme


domingo, 18 de novembro de 2018

Emílio Santiago - Rio (vídeo e letra)

Rio que mora no mar
Sorrio pro meu Rio
Que tem no seu mar
Lindas flores que nascem morenas
Em jardins de sol
Rio, serras de veludo
Sorrio pro meu Rio
Que sorri de tudo
Que é dourado quase todo dia
E alegre como a luz

Rio é mar, eterno se fazer amar
O meu Rio é lua
Amiga branca e nua
É sol, é sal, é sul
São mãos se descobrindo em todo azul
Por isso é que meu Rio da mulher beleza
Acaba num instante com qualquer tristeza
Meu Rio que não dorme porque não se cansa
Meu Rio que balança
Sou Rio, sorrio
Sou Rio, sorrio
Sou Rio, sorrio
Sou Rio, sorrio
Sou Rio, sorrio

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Bárbara Dias e Dilsinho - Deixa (vídeo e letra)

Parece que foi ontem, eu tinha certeza
Que a gente era invencível
Onde começou o fim
As brigas, o mundo, caindo impossível
Se a gente se completa igual feijão com arroz
O que foi que aconteceu depois?
Deixa, se alguém novo te achou deixa
Se você ta feliz então esquece
Só promete que vai se cuidar

Deixa, se encontrou carinho então deixa
Eu sigo o meu caminho, o meu segredo é
Que eu não vou deixar de te amar
Vai me diz se ele te olha como eu olhava
Se ele te faz feliz do mesmo jeito que eu fazia
Será que amanhã quando acordar do teu lado
Vai no teu ouvido te beijar, te dar bom dia
Se a gente se completa igual feijão com arroz
O que foi que aconteceu depois?
Deixa, se alguém novo te achou deixa
Se você ta feliz então esquece
Só promete que vai se cuidar
Deixa, se encontrou carinho então deixa
Eu sigo o meu caminho, o meu segredo é
Que eu não vou deixar de te amar
Se a gente se completa igual feijão com arroz
O que foi que aconteceu depois?
Deixa, se alguém novo te achou deixa
Se você ta feliz então esquece
Só promete que vai se cuidar
Deixa, se encontrou carinho então deixa
Eu sigo o meu caminho, o meu segredo é
Que eu não vou deixar de te amar