quarta-feira, 27 de maio de 2015

Elza Soares - A carne (vídeo e letra)

A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
Que vai de graça pro presídio
E para debaixo do plástico
Que vai de graça pro subemprego
E pros hospitais psiquiátricos
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
Que fez e faz história
Segurando esse país no braço
O cabra aqui não se sente revoltado
Porque o revólver já está engatilhado
E o vingador é lento
Mas muito bem intencionado
E esse país
Vai deixando todo mundo preto
E o cabelo esticado
Mas mesmo assim
Ainda guardo o direito
De algum antepassado da cor
Brigar sutilmente por respeito
Brigar bravamente por respeito
Brigar por justiça e por respeito
De algum antepassado da cor
Brigar, brigar, brigar
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra
A carne mais barata do mercado é a carne negra

Ney Matogrosso - Jeito de amar (vídeo e letra)


Quando você me chega
com os olhos de quem me quer
Eu abro meu corpo, desço do trono
Eu quero beijar seus pés
São seus os meus segredos
que eu tenho guardado em mim
Mas eu me ofereço, pago seu preço
se você for mesmo assim
Mesmo sendo um sonhador
Da vida aventureiro
Aprendi que o amor
é mais que um simples sonho
É real
Esse é meu jeito de amar você
Já não dá mais pra mudar
A vida, eu sei, me fez perceber
que esse é meu jeito de amar

Vania Abreu - (BIOGRAFIA)


Vania Mercuri de Almeida conhecida como Vania Abreu (Salvador, 30 de maio de 1967) é uma cantora brasileira de MPB. Primeiro CD de Vania Abreu, cantora baiana que é irmã de Daniela Mercury, mas segue outro rumo musical.

Vânia começou a cantar em bares de Salvador ainda na adolescência. De 1987 a 1990 – Canta em bares da noite de Salvador.

Participa de festivais intercolegiais e ganha prêmios como melhor intérprete.




Profissionalizou-se em 1986, trabalha como backing-vocal de artistas como Gerônimo, Jorge Zarath, Netinho e Banda Cheiro de Amor. Trabalha em estúdios de gravação.

Fez faculdade de Pedagogia na Universidade Federal da Bahia, cursando até o terceiro ano, quando decidiu seguir a carreira de cantora.

1990 – Monta sua primeira banda, a Biss, e faz uma série de apresentações em projetos e pelo circuito de bares de Salvador.
1991 – Lança o 1º e único disco com a banda Biss, de título homônimo, pelo Selo Stallo (Bahia) Produção independente, distribuído pela gravadora Polygram, está fora de catálogo, sem distribuição nacional. Monta o primeiro show da banda, sob a direção do diretor teatral Paulo Atto e figurinos de Hamilton Lima.

1992 – Participa, com a música Leve-me, do disco da Biss, da compilação “O som tropical do Brasil” da Gravadora Som Livre.
1993 – Participa com a faixa Prazer da compilação “Axé Music” da Gravadora Polygram, também do disco da Biss.

Em 1994 Vânia cantou em trio elétrico no carnaval de Salvador, como vocalista da Banda Biss. 1994 – A banda Biss recebe o troféu Dodô & Osmar como banda revelação de 1993, após Vânia Abreu ganhar diversos prêmios como revelação e melhor cantora em carnavais fora de época em outros estados e cidades, a exemplo da Micarande (Micareta de Campina Grande).

Vânia se apresenta pela última vez com a Biss no carnaval, pelo bloco Pike. Inovando no visual modificado, banda e cantora vestem-se a cada apresentação fantasiados e produzidos com rigor nos detalhes.
A Banda fica careca e usa entre outras peças inusitadas, mini-saias; exibe ainda tatuagens pelo corpo todo.
Os figurinos são de Reinaldo Lourenço, Alexandre Hercovitch e Glória Coelho, misturados a peças de brechó e outras confeccionadas especialmente para a banda.

A direção é de Carlos Maltez e Caio Soares, responsáveis também pela mudança de visual de Vania, que troca seu cabelo longo pelo curto, marca registrada da carreira solo.

Passam despercebidos pela imprensa local, mas fecham com chave de ouro sua participação no carnaval da Bahia.

No mês de junho, na Feira dos Municípios, no Parque de Exposições em Salvador, acontece a última apresentação da Biss, sob a direção de Márcio Meirelles e participação de Virgínia Rodrigues.
"Em 1994, alguma coisa mudou. Percebi que tinha chegado em um lugar, sem muito pensar. O fato de residir numa cidade intimamente ligada a ritmos dançantes e às festas colaborou para um caminho profissional leve, ligado somente à dança."
A carreira com a Banda Biss tinha dado frutos, mas Vânia se sentia fazia, lhe faltava algo. Saiu da banda e desembarcou em São Paulo em março de 1995.
Em setembro do mesmo ano Vânia lança seu primeiro trabalho, produzido por Ary Sperling, no Rio de Janeiro, alcançando boa repercussão com seu canto doce, seguro e extremamente romântico.

1995 – Vania segue carreira-solo. Muda-se para São Paulo. Lança seu 1º CD pela gravadora Warner Continental. 28.04.08 Participa como convidada de shows de artistas seus contemporâneos, como Zeca Baleiro, Chico César, Jota Velloso, entre outros.

Participa de projeto, sob a direção do produtor musical Roberto Santana, com participação de Jota Velloso, Batatinha (ainda vivo então), Alexandre Leão e Jussara Silveira, na cidade de Salvador.

1996 - Faz estréia da carreira-solo em show pelo projeto “Terça da Boa Música”, no Teatro ACBEU em Salvador. Participa do “A gema do novo”, CD lançado pela Rádio Musical FM, que reúne os destaques musicais da nova MPB.
A canção “As quatro estações” passa a ser uma das músicas mais executadas nas rádios em São Paulo. Estréia show em temporada no Espaço Piccolo, em São Paulo, sob direção de Carlos Maltez e figurino de Eduardo Ferreira e Alexandre Hercovitch.
Apresenta-se com a cantora Clara Ghimmel em março de 1996, numa celebração das diferenças entre blues e MPB, com Vania cantando algumas canções em inglês e Clara em português.
1997 – Lança seu 2º CD, “Pra Mim”, pela gravadora Warner Continental. Estréia show no Tom Brasil, sob direção de Paulo Atto, cenário de Jacqueline Duncan, coordenação de figurino de Cristiane Mesquita e peças de Lino Villa Ventura.
Como artista convidada, participa do projeto-show
“Mulher eu sei”, idealizado por Chico César.
Realizado no Tom Brasil, em benefício da campanha de prevenção do câncer de mama, conta também com a participação de Elba Ramalho, Tetê Espíndola, Daniela Mercury e Badi Assad.

O Almanaque Abril 97 destaca Vania, Marisa Monte, Cássia Eller, Zélia Duncan e Adriana Calcanhoto como as “Grandes intérpretes da MPB nos anos 90”.

1998 – Pela primeira vez divide palco e show inteiro com a irmã, Daniela Mercury, no Memorial da América Latina, em São Paulo, no projeto “Verão Musical”.

Participa, com Chico César, Zeca Baleiro, Rita Ribeiro e Pedro Mariano, do projeto “São Paulo - Expresso 444”, em comemoração ao aniversário da cidade de São Paulo.
Apresenta-se ao lado do grupo Boca Livre, no Memorial da América Latina, pelo projeto “Inverno Musical”.
Participa, como convidada, do lançamento do CD “Diplomacia, a música de Batatinha”, com D. Ivone Lara, Roque Ferreira e Riachão, em São Paulo.
Idealiza, produz e participa do projeto “O que é que a Bahia também tem”, que inclui exposições de artistas plásticos baianos e venda de CDs e livros, oferecendo visão ampla da diversidade e pluralidade da arte baiana.
Neste projeto, apresenta-se ao lado de Roberto Mendes, Jota Velloso, Jorge Portugal e a Confraria da Bazófia.
1999 - Lança seu 3º CD, “Seio da Bahia”, gravadora Velas. Estréia show no Teatro Castro Alves, em Salvador.
A direção artística é da própria Vania, coordenação de figurino de Beth Prado e Sandro Barros, com peças exclusivas de Walter Rodrigues.

Participa do “Especial Eduardo Gudim”, gravado pela TV Cultura, junto de grandes nomes da música brasileira: Paulinho da Viola, Zélia Duncan, Elton Medeiros e Carrasqueira. Faz duas apresentações na concha Acústica do Teatro Castro Alves ao lado de Daniela Mercury.

2000 – Apresenta-se com Marcelo Quintanilha no projeto “Romeu & Julieta”, a convite do SESC Consolação, em São Paulo. Com o compositor Carlos Careqa, apresenta-se no SESC Pompéia, em São Paulo.
Participa do projeto “Mulheres”, idealizado e dirigido por Maria Bethânia, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, no Canecão, no Rio de Janeiro, e no Credicard Hall, em São Paulo. No Palco: Maria Bethânia convida: Vania Abreu, Belô Velloso, Jussara Silveira e Alcione.
2001 – Participa do projeto “Primeiro Pôr do Sol do Novo Século” com Daniela Mercury, Carla Visi e Gil, da Banda Beijo, no Farol da Barra, em Salvador.
Compõe o projeto “Mulheres de Março”, em homenagem ao mês das mulheres, no teatro Crowne Plaza, em São Paulo, com as cantoras Ceumar, Mona Gadelha, Klébi e outras.
2002 – Participa do projeto “Flores de Aço - mulheres que cantam e declamam”, no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo. Uma cantora, uma atriz e textos de uma escritora brasileira de grande importância compõem a fórmula deste projeto, que conta ainda com as cantoras Ná Ozzetti, Mônica Salmaso, Rosa Passos e Badi Assad; com as atrizes Marisa Orth, Guta Stresser, Vera Zimmermann, Letícia Sabatella e Denise Fraga; e as escritoras homenageadas são Clarice Lispector, Cecília Meirelles, Adélia Prado, Hilda Hilst e Alice Ruiz. Apresenta, ao lado de Marcelo Quintanilha, na cidade de Salvador, pelo projeto “Terça da Boa Música”, nova montagem intitulada João e Maria.

2003 – Participa como convidada, do show da cantora Belô Velloso, no Teatro do Sesi, Rio de Janeiro. Pré-estréia, no Teatro Castro Alves, Salvador, seu 4º CD, “Eu Sou a Multidão”. Encerra o ano em Salvador, no Farol da Barra, ao lado de Toquinho, num show para mais de 100.000 pessoas, transmitido para todo Brasil pela Rede Bandeirantes de Televisão.
2004 – Lança seu 4º CD, “Eu sou a Multidão”. Inicia turnê do 4º CD. Apresenta-se ao lado de Ivan Lins no projeto “Sua nota é um show”, na Concha Acústica, em Salvador. Participa do Lançamento do CD “Não sou filho de ninguém” do cantor e compositor Carlos Careqa, em SP.
Apresenta-se na “Semana Cultural da Bahia”, nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Em dezembro de 2004, encerra o ano apresentando-se no projeto “Disco de Cabeceira”, no SESC Consolação, em São Paulo.
2005 - Apresenta-se ao lado de João Bosco no Teatro Castro Alves, Salvador, no projeto “Acústico TCA”. No SESC-SP, em homenagem ao Dia internacional das Mulheres, apresenta-se junto às cantoras Belô Velloso e Jussara Silveira, onde cada qual homenageia uma cantora brasileira.
Belô Velloso interpreta, neste show, Adriana Calcanhoto; Jussara Silveira interpreta Gal Costa e Vania Abreu, Maria Bethânia.
2006 - Lançamento do CD e Show “Pierrot e Colombina” (selo 'YB'- SP), de Vania Abreu (5º Cd de Carreira) e Marcelo Quintanilha. É um 'conto de Carnaval'.

Os famosos e clássicos personagens carnavalescos, que dão nome ao CD, são citados explicitamente em algumas das canções, um 'álbum de referência' do carnaval.

A disposição dos temas obedece à ordem cronológica das etapas do reinado de Momo: a espera apaixonada e ansiosa dos foliões - que a antecede - seguida dos encontros e desencontros dos pares, durante os quatro dias, e a saudade que se inicia já na quarta feira de cinzas. Lançamento de novo Show/Tour: “O Que Foi Feito de nós”.

2007 – Lançamento do CD “ Misteriosa Dona Esperança”. O 6º CD de carreira. Participa do CD “2º Tempo” do cantor e compositor Péri em SP e do CD “Pandeirando” de Emerson Taquari. Apresenta-se no mês de Novembro no SESC Pompéia em São Paulo, em projeto único junto à Max de Castro, Pedro Mariano, Zé Renato, Bruno Morais e banda Paralela, onde homenageiam Roberto Carlos.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Ataulfo Alves (BIOGRAFIA)

Ataulfo Alves de Sousa era um dos sete filhos do Capitão Severino, violeiro, sanfoneiro e repentista da Zona da Mata, nasceu em 2 de maio de 1909 na Fazenda Cachoeira, propriedade dos Alves Pereira, no município de Miraí, MG.

Com oito anos, já fazia versos, respondendo aos improvisos do pai. Com a morte deste, a família teve de se mudar para a cidade, onde aos dez anos começou a ajudar a mãe no sustento da casa: foi leiteiro, condutor de bois, carregador de malas na estação, menino de recados, marceneiro, engraxate e lavrador, ao mesmo tempo em que estudava no Grupo Escolar Dr. Justino Pereira. Aos 18 anos, aceitou o convite do Dr. Afrânio Moreira Resende, medico de Miraí, para acompanhá-lo ao Rio de Janeiro, onde fixaria residência. Durante o dia, trabalhava no consultório, entregando recados e receitas, e, a noite, fazia limpeza e outros serviços domésticos na casa do médico.
Insatisfeito com a situação, conseguiu uma vaga de lavador de vidros na Farmácia e Drogaria do Povo. Rapidamente aprendeu a lidar com as drogas e tornou-se prático de farmácia. Depois do trabalho voltava para casa no bairro de Rio Comprido, onde costumava freqüentar rodas de samba. Já sabia tocar violão, cavaquinho e bandolim, e organizou um conjunto que animava as festas do bairro.

Em 1928, com apenas 19 anos, casou-se com Judite. Nessa época, em que já começara a compor, tornou-se diretor de harmonia de Fale Quem Quiser, bloco organizado pelo pessoal do bairro. Em 1933, Bide, que viria a fazer sucesso com o samba Agora e cinza (com Marçal), ouviu algumas composições suas no Rio Comprido, e resolveu apresentá-lo a Mr. Evans, diretor americano da Victor. Foi então que Almirante gravou o samba Sexta-feira, sua primeira composição a ser lançada em disco. Dias depois, Carmen Miranda, que ele havia conhecido antes de ser cantora, gravou Tempo perdido, garantindo sua entrada no mundo artístico. Em 1935, através de Almirante e Bide, conseguiu seu primeiro sucesso com Saudade do meu barracão, gravado por Floriano Belham. Seu nome cresceu muito quando apareceram as gravações do samba Saudade dela, em 1936, por Silvio Caldas e da valsa A você (com Aldo Cabral) e do samba Quanta tristeza (com André Filho), em 1937, por Carlos Galhardo, que se tornaria um dos seus grandes divulgadores. Passou a compor com Bide, Claudionor Cruz, João Bastos Filho e Wilson Batista, com quem venceu os Carnavais de 1940 e 1941, com Oh!, seu Oscar e O Bonde de São Januário.

Em 1938, Orlando Silva, outro grande interprete de suas musicas, gravou Errei, erramos. Em 1941, fez sua primeira experiência como intérprete, gravando seus sambas Leva, meu samba... e Alegria na casa de pobre (com Abel Neto). Em 1942 a situação financeira difícil e a hesitação dos cantores em gravar sua ultima composição fizeram com que ele próprio lançasse, para o Carnaval do ano, Ai, que saudades da Amélia; gravado com acompanhamento do grupo Academia do Samba e abertura de Jacó do Bandolim, o samba, feito a partir de três quadras apresentadas por Mário Lago para serem musicadas, resultou em grande sucesso popular. Juntos fizeram ainda Atire a primeira pedra, para o Carnaval de 1944, e em 1945 lançaram Capacho e Pra que mais felicidade.

Resolvido a continuar interpretando suas músicas, juntou-se a um grupo de cantoras, organizando um conjunto que, por sugestão de Pedro Caetano, foi chamado de Ataulfo Alves e suas Pastoras. Inicialmente formado por Olga, Marilu e Alda. Representativas da década de 1950, quando faziam sucesso musicas de fossa e de amores infelizes, são suas composições Fim de comedia e Errei, sim, gravadas por Dalva de Oliveira. Em 1954 participou do show O Samba nasce no coração, realizado na boate Casablanca, quando lançou o samba Pois é... O pintor Pancetti gostou muito da musica e, inspirado nela, fez um quadro com o mesmo nome, que ofereceu ao compositor. Compôs então Lagoa serena (com J. Batista), dedicando-a a Pancetti, que, novamente, o homenageou com a tela Lagoa serena.

Convidado por Humberto Teixeira, em 1961 participou de uma caravana de divulgação da musica popular brasileira na Europa, para onde levou Mulata assanhada e Na cadência do samba (com Paulo Gesta), que acabara de lançar. Retornou no mesmo ano e fundou a ATA (Ataulfo Alves Edições), tonando-se editor de suas musicas. Por essa época, desligou-se de suas pastoras – na ocasião Nadir, Antonina, Geralda e Geraldina –, passando a se apresentar sozinho, esporadicamente.

Depois de realizar em 1964 uma temporada no Top Club, do Rio de Janeiro, como sentisse piorar a úlcera no duodeno, em 1965 decidiu passar o seu titulo de General do Samba para seu filho, Ataulfo Alves Júnior. Em decorrência do agravamento da úlcera, morreu após uma intervenção cirúrgica, no Rio de Janeiro em 20 de abril de 1969.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Tereza Salgueiro - Se todos fossem iguais a você (vídeo e letra)


Vai tua vida,
Teu caminho é de paz e amor
Vai tua vida é uma linda canção de amor
Abre os teus braços
E canta a última esperança
A esperança divina de amar em paz
Se todos fossem iguais a você
Que maravilha viver
Uma canção pelo ar,
Uma mulher a cantar
Uma cidade a cantar,
A sorrir, a cantar, a pedir
A beleza de amar
Como o sol,
Como a flor,
Como a luz
Amar sem mentir,
Nem sofrer
Existiria verdade,
Verdade que ninguém vê
Se todos fossem no mundo iguais a você

Taiguara - Helena, Helena, Helena (vídeo e letra)


  Talvez um dia 
Por descuido ou fantasia 
Helena, Helena, Helena 
Nos meus braços debruçou 
Foi por encanto, ou desencanto 
Ou até mesmo por meu canto 
Por meu pranto 
Ou foi por sexo 
Ou viu em mim o seu reflexo 
Ou quem sabe uma aventura 
Até mesmo uma procura 
Pra encontrar um grande amor 

Mas hoje eu sei que um dia 
Por faltar telefonema 
Helena, Helena, Helena 
Nos meus braços pernoitou 
Foi por acaso, por um caso 
Ou até mesmo por costume 
Pra sentir o meu perfume 
Dar amor por um programa 
Dar seu corpo num programa 
Hoje vai e nem me chama 
Um adeus é o que deixou 

Talvez um dia, por esperança 
Ou ser criança 
Deixei Helena, Helena 
Com seus braços me guiar 
Fui sem destino, tão menino 
E hoje eu vejo o desatino 
Estou perdido numa estrada 
Peço ajuda a quem passa 
Tanto amor pra dar de graça 
Todo mundo acha graça 
Deste fim que me levou 

Maria Helena 
E seus homens de renome 
Entre eles fez seu nome 
E entre eles se elevou 
Foi sem amor, foi sem pudor 
Mas hoje entendo o jeito desses 
Pra salvar seus interesses 
Dar seu corpo custa nada 
E com o ar de apaixonada 
Em suas rodas elevadas 
Seu destino assegurou 

Talvez um dia 
Por desejo de poesia 
Helena, Helena, Helena 
Talvez queira dar a mão 
Talvez tão tarde, até em vão 
Quem sabe eu tenha um rumo à vista 
Ou quem sabe eu nem exista 
Ofereço este meu canto a qualquer preço 
A qualquer pranto 
Não quero amor, não se discute 
Eu procuro quem me escute