sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Denise Pinaud (BIOGRAFIA)

Faz tempo que esta história começou....tinha apenas 5 anos de idade quando iniciei os estudos de piano. Aos 14 anos, já estudando na Escola de Música do Rio de Janeiro, comecei a estudar violino. Spalla da Orquestra Infanto Juvenil do Estado do Rio de Janeiro, tinha como grande mestre, o Maestro Carlos Prates. Conhecer profundamente estes dois instrumentos foi de grande importância para me aprimorar no canto que, inicialmente, foi baseado no estilo lírico. Solista do Coral Cantomusarte, da cidade de Nova Friburgo, fui aluna do grande Maestro Joffre Evandro Silva que não só me ensinou a lidar com meu instrumento vocal, como me sinalizou o momento em que estava pronta para o canto popular.

A partir deste momento, lá pelos idos de 1998, fui me enveredando por um caminho tão maravilhoso, de compositores tão fantásticos que, traçar uma linha de trabalho tornou-se uma grande dificuldade para mim. Dificuldade essa que cessou quando tive em minhas mãos os 5 volumes do Songbook da Bossa Nova, idealizado por Almir Chediack.

Os encontros musicais que a Bossa Nova me proporcionou foram importantíssimos para minha carreira, assim como os parceiros que, com seus talentos, muito me ensinaram.

Durval Ferreira, Bebeto Castilho, Mestre Zé Paulo, Zé Bigorna, Ronaldo Diamante, Luizinho Sobral, Haroldo Mauro Junior, Paulo Midosi, Haroldo Cazes, Guilherme Godoy, Beto Caletti, Emilio Cantini, Philippe Bertaud, alguns companheiros de estrada que deixaram marcas profundas na minha trajetória.

Kuko Moura, Bruno Marques, Francisco Falcon, Fabiano Segalote, João Carlos Pinaud, Juliano Candido, Fabio Cavalieri, Henrique Martins, Paulinho Diniz, Ayres D' Athayde, Mauro Costa Junior, Cassio Tucunduva, Marvio Ciribelli, Felipe Pinaud, Mac Willian, Carlos Eduardo Costa, Dudu Balthar, Paulão Menezes, Fabio Costa, fazem parte de um momento importante de minha carreira, ligado a renovação de ideais e vida.

Foi contando com o talento destes amigos que recebi tantas homenagens, troféus e títulos, entre eles, da "nova musa da bossa nova" , pelo jornalista Mauro Dias (SP).

Meu primeiro cd - Primeira audição - produzido pelo Selo Niterói Discos, contou com a direção musical de Durval Ferreira e a participação especial de Fátima Guedes, Caio Márcio e Marcel Powell. Com este trabalho, fui selecionada para participar da caravana do Projeto Pixinguinha (2004), viajando para a região nordeste juntamente com Celso Viáfora, Fabiana Cozza e Francis Hime.

O segundo cd - ...e por falar em paixão - com direção musical e arranjos de Kuko Moura, levou-nos a duas turnês pela europa, onde nossa música brasileira foi recebida de braços abertos.

Em 25 de julho faremos, no Teatro Municipal de Niterói, lançamento do terceiro trabalho - Entre amigos - com direção musical de Kuko Moura e arranjos de Kuko Moura, Bruno Marques e Francisco Falcon, o cd homenageia amigos que estiveram comigo e Kuko Moura nestes 8 anos de parceria musical.

Marília Barbosa

Marília Barbosa (Rio de Janeiro, 21 de abril de 1950) é uma atriz e cantora brasileira. Começou sua carreira participando de comícios políticos e no circo do palhaço Arrelia, motivo pelo qual a música O circo tenha sido seu grande sucesso.
Atuou nas telenovelas: Saramandaia, À Sombra dos Laranjais, Nina, O Astro, Tieta, Mico Preto e Aquarela do Brasil na Globo; Kananga do Japão e Amazônia na Manchete. Tem diversas participações em trilhas sonoras de novelas globais nos anos 70: Manequim (O Cafona), Tia Miquita (Minha Doce Namorada), Uma Rosa em Minha Mão (Fogo Sobre Terra), Meu Poeta, Minha Vida (O Feijão e o Sonho), Caso Você Case (Saramandaia), O Circo, À Sombra dos Laranjais e Não Interessa (À Sombra dos Laranjais), Eu Dei (Nina), Olha (O Astro) e Antes Que Aconteça (Dancin’ Days).
Como cantora gravou os álbuns solo “Filme Nacional” (1978) e “Música no Ar” (2004). Além de se apresentar no Brasil, fez shows na Argentina, na Bolívia e nos Estados Unidos.

Ivor Lancellotti

Ivor Lancellotti nasceu no bairro de Vila Isabel, tradicional berço de compositores do samba no Rio de Janeiro, como Noel Rosa e Martinho da Vila. Sua família de imigrantes italianos promovia aos domingos almoços que ficaram na memória do bairro.

Pouco a pouco, foram incorporando à ópera e às canções napolitanas instrumentos não tão convencionais como o pandeiro, o cavaco e o tamborim.

Em 1972, Ivor Lancellotti inicia sua carreira profissional vencendo um dos festivais universitários comuns na época. Desde então, sua carreira foi consolidando-se, sempre como compositor, fazendo sambas, canções, maxixes, toadas e também temas para novelas de televisão.

Sua músicas ganharam interpretação de grandes nomes, como Clara Nunes, João Nogueira, Elizeth Cardoso, Nana Caymmi, Alcione, Nelson Gonçalves, Ângela Maria, Leny Andrade, Lecy Brandão, Roberto Carlos, entre outros.
Em 1982, auxiliado pelo parceiro Paulo César Pinheiro e pelo maestro Dori Caymmi, grava seu primeiro disco long-play, pela gravadora EMI-Odeon, no Rio de Janeiro. “Cantador de Rua” mostra pela primeira vez ao grande público a voz de Ivor Lancellotti em singular apresentação.

Dez anos depois, em 1992, Ivor grava seu segundo disco, numa produção independente, contando com a participação de músicos como Rafael Rabello, Cristóvão Bastos e os na época iniciantes Daniel Jobim, Pedro Sá e Domenico Lancellotti (de quem é pai).

Em 1999, lançou o terceiro álbum, “Bolero Eterno”.

Ivor faz apresentações por todo o Brasil, em concertos de caráter intimista.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Lucinha Lins (BIOGRAFIA)

A atriz e cantora Lúcia Maria Werner Vianna, conhecida como Lucinha Lins, nasceu no Rio de Janeiro em 9 de março de 1953.
Cresceu no bairro da Tijuca e, na adolescência, com um grupo de amigos apaixonados por música, Lucinha Lins formou o MAU (Movimento Artístico Universitário) – onde começou a cantar e conheceu o músico e compositor Ivan Lins.
No começo dos anos 70, já casada com Ivan Lins, Lucinha participou dos showsdo cantor como vocalista e percussionista. Paralelamente, Lucinha Lins cantou em festivais de música brasileira e começou a gravar jingles. Vieram, então, os comerciais de televisão, que acabaram por revelar o belo rosto escondido atrás daquela bela voz.

Mas foi na década de 80 que Lucinha Lins se tornou conhecida nacionalmente ao vencer o Festival MPB Shell 82 com a música “Purpurina” e receber uma vaia gigantesca – a música favorita do público era “Planeta Água”, de Guilherme Arantes.

Meses depois, Lucinha Lins estreava o espetáculo “Sempre, Sempre Mais”, ao lado de Cláudio Tovar, com enorme sucesso. O musical ficou dois anos em cartaz. Lucinha Lins foi eleita a musa do verão carioca e estava em todos os lugares: na capa da revista “Veja”, nos programas de televisão, nos discos e no cinema, com o filme “Saltimbancos Trapalhões”, sucesso absoluto de bilheteria.

Passado o furacão, Walter Avancini a convidou para ser uma das protagonistas da minissérie “Rabo de Saia”, da Rede Globo, trabalho que lhe valeu o prêmio APCA de Atriz Revelação.

Em seguida, Lucinha Lins viveu a personagem Santinha na novela “Roque Santeiro”, de Dias Gomes - um dos maiores sucessos da teledramaturgia brasileira. Nascia então a atriz Lucinha Lins que não parou mais de fazer TV.

Novamente em parceria com Cláudio Tovar, seu segundo marido, Lucinha Lins produziu musicais infantis como “Sapatinho de Cristal”, “Simbad de Bagdá” e “Caixa de Brinquedos”. O sucesso desses espetáculos foi tanto, que a Rede Manchete de televisão convidou o casal para criar e apresentar um programa infantil: “Lupu Limpim Clapá Topô” - inesquecível para quem foi criança em meados dos anos 80.

A versatilidade de Lucinha Lins conquistou o público e ela se tornou uma das atrizes mais solicitadas para produções de teatro musical. Protagonizou “O Corsário do Rei”, “Splish-Splash”, “O Fantópera da Asma”, “Rosa, um Musical Brasileiro” e muitos outros.

Sempre conciliando seu trabalho em televisão com as atuações no teatro e também no cinema, Lucinha Lins atravessou a década de 90 atuando em mais de dez novelas, entre elas “Despedida de Solteiro”, “A Viagem” e “Corpo Dourado”.

Em 2002, Lucinha Lins reencontrou a música e gravou o cd “Canção Brasileira”, lançado comercialmente em 2003, e fez inúmeros shows ao lado do pianista Geraldo Flach.

Em 2003, em agosto, estreou no papel de Vitória Régia, uma das protagonistas da remontagem do musical “A Ópera do Malandro”, o maior sucesso de público e crítica dos últimos anos no Rio de Janeiro. Com essa montagem, foi indicada ao Prêmio Shell de melhor atriz, em 2003.